terça-feira, 26 de julho de 2011

CONFERÊNCIA EVANGELÍSTICA

Local – Igreja Bíblica de Pedra Branca

Data – 28 e 29 de agosto de 2011

Horário – 19:00 Hs.

Conferencista – Reynold Federolf – Obra Missionária Chamada da Meia-noite
Ministério – ônibus missionário Verbus.

Por que o nome "VERBUS" - O Ônibus que leva a Palavra de Deus ou "O Ônibus da Palavra". O Nome lembra do versículo da Bíblia: "E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai" (João 1.14).Como o nome já expressa - O Ônibus da Palavra - colocamos a Palavra de Deus no centro, defendendo a veracidade, a autoridade e a atualidade da Bìblia. Cremos que Jesus é o único salvador e mediador entre Deus e os homens. Pregamos a mensagem bíblica para os dias atuais. Cremos numa escatalogia definida e fundamentada na Bíblia, em nada nebulosa, duvidosa ou pluralista. Somos convictos de que não podemos voltar para os dias da "Igreja Primitiva", mas que somos a "Igreja dos Tempos Finais", rodeada por seduções e enganos. Esperamos a volta de Cristo com todos os cristãos verdadeiros e renascidos, convictos de que uma vida de comunhão com o Senhor, fé e santificação são fundamentais para vivermos um discipulado genuíno.
O missionário Reinoldo (Reinhold Federolf) é o responsável deste novo ramo de atividades da nossa missão. Ele é de nacionalidade alemã, palestrante missionário e artista gráfico, vive há 25 anos no Brasil, trabalhando com a Obra Missionária Chamada da Meia-Noite e faz parte da liderança. É casado com Traudi, gaúcha de origem alemã e pai de 7 filhos. Ele viaja pelo Brasil inteiro, visitando as capitais, representando a missão, palestrando nas mais diversas igrejas e divulgando a literatura cristã. Reinold desenvolveu no seu ministério a pregação audiovisual (ilustrada e falada ao mesmo tempo), que tem sido uma bênção para muitos.
Maiores informações:

sexta-feira, 1 de julho de 2011

I. B. de Canindé


Visita a Igreja Bíblica de Canindé

Dia 25 de junho a Igreja Bíblica de Pedra Branca visitou a Igreja Bíblica de Canindé. Foi um tempo especial, de comunhão. Houve além do bom tempo de comunhão, tivemos números especiais cantado por alguns irmãos desta igreja e a pregação da palavra de Deus com o Pr. Manoel falando sobre a bendita esperança do crente que é o retorno do Senhor Jesus Cristo. Naquela data estávamos completando 41 anos de organização, como presente a igreja desfrutou deste bom tempo com  aquela amada igreja. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros. (João 13;35).






sábado, 28 de maio de 2011

Mineirolândia


Congregação em Mineirolândia

 
Orem pelo trabalho de evangelismo em Mineirolândia, para que Deus abençoe aquela obra que é realizada pela Igreja Bíblica de Pedra Branca. Os estudos bíblicos são realizados nas quartas-feiras às 19;00 horas. Orem pelo crescimento espiritual dos que já receberam a Cristo e pela salvação dos  que estão ouvindo o Evangelho. 
                               Local onde são realizado os  cultos

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Culto de gratidão
63 Anos do Moderno Estado de Israel

 
...porque a salvação vem dos judeus (João 4;22b)

            Com muita alegria realizamos dia 15 de maio o culto de gratidão ao Senhor pelos 63 anos do moderno Estado de Israel. A razão de nossa gratidão e amor aos judeus é devido à importância de Israel para o mundo, de lá veio o nosso Salvador Jesus Cristo e a Palavra de Deus. Durante o culto tivemos a pregação da palavra de Deus, cânticos, vídeos e foram distribuídos informativos com meditações bíblicas, adesivos com bandeiras do Brasil e Israel. Agradecemos a Deus pelo grupo de visitantes que compareceram e puderam vê Israel sendo mostrado de forma verdadeira diferente daquilo que a mídia apresenta.

ORA, o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção. E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra. (Gn.12;1-3).

Porque povo santo és ao Senhor teu Deus; o Senhor teu Deus te escolheu, para que lhe fosses o seu povo especial, de todos os povos que há sobre a terra.  O Senhor não tomou prazer em vós, nem vos escolheu, porque a vossa multidão era mais do que a de todos os outros povos, pois vós éreis menos em número do que todos os povos; Mas, porque o Senhor vos amava, e para guardar o juramento que fizera a vossos pais, o Senhor vos tirou com mão forte e vos resgatou da casa da servidão, da mão de Faraó, rei do Egito.
(Dt. 7;6-8).

E quem há como o teu povo, como Israel, gente única na terra, a quem Deus foi resgatar para seu povo, para fazer-te nome, e para fazer-vos estas grandes e terríveis coisas à tua terra, diante do teu povo, que tu resgataste do Egito, desterrando as nações e a seus deuses? (II SM. 7;23).

Orai pela paz de Jerusalém; prosperarão aqueles que te amam. (Sl. 122;6).






domingo, 24 de abril de 2011

DIA DE AÇÕES DE GRAÇAS

Bom inverno e 20 anos de ministério do Pr. Manoel e família em Pedra Branca


 
Agora, pois, ó Deus nosso, graças te damos, e louvamos o nome da tua glória (I Crônicas 29;13)

Porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos (Mateus 5;45)

E rogamo-vos, irmãos, que reconheçais os que trabalham entre vós e que presidem sobre vós no Senhor, e vos admoestam; E que os tenhais em grande estima e amor, por causa da sua obra. Tende paz entre vós. (I Ts. 5;12,13)

Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula. (Hb.13;4a)


Como expressão de gratidão a Deus a Igreja Bíblica de Pedra Branca realizou dia 22 de abril de 2011, culto de ações de graças pelo bom inverno que o Senhor está nos concedendo e pelos 20 anos de ministério do Pr. Manoel de Deus nesta igreja. Tivemos um bom tempo de comunhão, louvor, pregação da Palavra de Deus. A mensagem da Palavra de Deus foi ministrada pelo Pr. Nilson da Igreja Evangélica Fundamentalista Cristo é Vida do Bairro Henrique Jorge em Fortaleza. Pr. Nilson é um exemplo de Perseverança, ele que já fez 08 cirurgias na luta contra um câncer, durante a meditação ele falou sobre a importância do pastor como alguém chamado e capacitado por Deus. Esteve também presente o Pr. José Nogueira da Igreja Batista Fundamentalista Cristo é Vida da Barra do Ceará em Fortaleza. Durante o culto agradecemos também ao Senhor pelos seguintes aniversários de casamento: Pr. Manoel de Deus e  irmã Adriana 20 anos e irmão Antonio Paz e irmã Cilda 30 anos de matrimônio. A nossa gratidão a Deus pelos irmãos que estiveram envolvidos na organização de toda programação.

            Pr. Manoel de Deus, D. Adriana, Prautes Plésio e Lídia Laís

                                               Hora do almoço           
                                                     Pr. José Nogueira
                                                         Pr. Nilson
                                                        Criançada
                                                          Banho
                                                      Aniversário de casamento
                                    Ministério de eventos - Rogerfysson e Iramar

segunda-feira, 11 de abril de 2011

PALESTINA OU ISRAEL - QUAL O NOME DA TERRA SANTA?


Palestina ou Israel – Qual o Nome da Terra Santa?

Durante os últimos séculos, o mundo, inclusive os cristãos, adotou um hábito ruim. Caímos na armadilha de uma antiga propaganda romana. Temos usado o nome “Palestina”, que foi colocado no país de Israel pelo imperador romano Adriano no ano de 135 d.c. Como essa denominação foi usada durante tanto tempo, esse nome se tornou de uso comum. Porém, ele é tão incorreto quanto seria chamarmos a Rússia de hoje de “União Soviética”, ou nos referirmos atualmente a Berlim como “Alemanha Oriental”.

O uso de “palestina” na atual propaganda política

Está acontecendo agora uma guerra de propaganda política com o termo “Palestina”. Em um dado momento no passado, pode-se afirmar que “Palestina” era uma designação inócua da área do Oriente Médio que é geralmente entendida como a Terra Santa. Durante as últimas décadas, entretanto, o termo “Palestina” foi adotado pelos árabes que moram em Israel para designar a área a oeste do rio Jordão. O termo é usado especificamente para evitar o uso do nome Israel, e deve ser considerado um termo anti-Israel. Em todos os mapas publicados na Jordânia, no Egito, etc., a área a oeste do Rio Jordão é denominada Palestina, sem qualquer referência a Israel. A Palestina é o termo usado agora por aqueles que querem negar a legítima existência de Israel como uma nação genuína dentre a família das nações.
O termo agora adotado pela entidade política dentro de Israel que está gradativamente obtendo mais e mais porções de território através do “processo de paz” é Autoridade Palestina (AP). Embora tenha que tratar diariamente com os documentos oficiais israelenses, a AP odeia usar o termo Israel em qualquer uma de suas comunicações.
Portanto, “Palestina” deve agora ser considerado um termo de propaganda política com implicações maciçamente anti-Israel. A imprensa mundial usa o termo para questionar a legitimidade do Israel moderno. Os cristãos também têm usado o termo Palestina há séculos para se referirem à Terra Santa. Em tempos passados, isso poderia ser desculpado (embora biblicamente questionável) por causa de seu uso comum. Todavia, à luz da atual guerra de propaganda política contra Israel, os cristãos devem reavaliar o termo “Palestina” e considerar se é um termo bíblica, teológica ou profeticamente correto.

O uso bíblico de “palestina”


O termo “Palestina”, da forma que foi aplicado à Terra de Israel, foi inventado pelo inveterado inimigo da Bíblia e do povo judeu, o imperador Adriano.
O termo Palestina é raramente usado no Antigo Testamento, e quando é usado, refere-se especificamente à área costeira a sudoeste de Israel ocupada pelos filisteus. É a tradução da palavra hebraica “Pilisheth”. O termo nunca é usado para se referir a toda a área de Israel. Antes que Israel se estabelecesse na terra, seria geralmente correto dizer que a área costeira a sudoeste era denominada Filístia (o Caminho dos Filisteus, ou Palestina), enquanto que as áreas centrais mais altas eram denominadas Canaã. Tanto os cananeus quanto os filisteus haviam desaparecido como povos distintos pela época do cativeiro de Judá em Babilônia (586 a.C.), e já não mais existem.
No Novo Testamento, o termo Palestina não é usado nenhuma vez. O termo Israel é essencialmente usado para se referir ao povo de Israel, em vez de se referir à Terra. Contudo, em pelo menos duas passagens, Israel é usado para se referir à Terra:
“...um anjo do Senhor apareceu em sonho a José, no Egito, e disse-lhe: Dispõe-te, toma o menino e sua mãe e vai para a terra de Israel; porque já morreram os que atentavam contra a vida do menino. Dispôs-se ele, tomou o menino e sua mãe e regressou para a terra de Israel” (Mt 2.20-21).
e
“Quando, porém, vos perseguirem numa cidade, fugi para outra; porque em verdade vos digo que não acabareis de percorrer as cidades de Israel, até que venha o Filho do Homem” (Mt 10.23).
A primeira passagem aconteceu quando José, Maria e Jesus retornaram do Egito para Israel; e a segunda refere-se à proclamação do Evangelho por toda a Terra de Israel. O anjo que falou a José, Mateus e Jesus usam o termo Israel com referência à Terra Santa, embora esse termo não fosse reconhecido pelas autoridades romanas naquela época.
Fica claro, então, que a Bíblia nunca usa o termo Palestina para se referir à Terra Santa como um todo, e que os mapas bíblicos que se referem à Palestina no Antigo e no Novo Testamento são, na melhor das hipóteses, imprecisos, e, na pior das hipóteses, são uma negação consciente do nome bíblico de Israel.

A história do termo “palestina”

Onde se originou o termo “Palestina”? Como foi que o mundo e a Igreja adotaram o hábito de chamar a terra de Israel de “Palestina”? Um dos guias em nossas turnês a Israel é Zvi Rivai, um israelense cristão messiânico, que já fez consideráveis pesquisas sobre o assunto. Zvi nos informa que, antes do ano 135 d.C., os romanos usavam os termos Judéia e Galiléia para se referir à Terra de Israel. Quando Tito destruiu Jerusalém no ano 70 d.C., o governo romano cunhou uma moeda com a inscrição Iudea Capta, querendo dizer “a Judéia foi capturada”. O termo “Palestina” nunca foi usado nas designações romanas antigas.
Foi apenas quando os romanos aniquilaram a segunda revolta dos judeus contra Roma, liderada por Bar Kochba, em 135 d.C., que o imperador Adriano aplicou o termo “Palestina” à Terra de Israel. Adriano, como muitos ditadores de seu tempo, percebeu o poder da propaganda política dos termos e dos símbolos. Ele substituiu os santuários do Templo Judeu e do Sepulcro de Cristo em Jerusalém por templos a deidades pagãs. Ele mudou o nome de Jerusalém para Aelia Capitolina, e mudou o nome de Israel e da Judéia para Palestina. A escolha do termo Palestina por Adriano foi proposital, não acidental. Ele tomou o nome dos antigos inimigos de Israel, os filisteus, latinizou o termo para Palestina, e aplicou-o à Terra de Israel. Ele esperava apagar o nome de Israel de todas as memórias. Desse modo, o termo “Palestina”, da forma que foi aplicado à Terra de Israel, foi inventado pelo inveterado inimigo da Bíblia e do povo judeu, o imperador Adriano.
É interessante observar que os filisteus originais não eram, de forma nenhuma, do Oriente Médio. Eram povos europeus do Mar Adriático próximo à Grécia. Deve ter dado prazer a Adriano usar esse termo helenista para a terra dos judeus. De qualquer modo, o termo original “palestinos” não tem absolutamente nada a ver com os árabes.

A adoção do termo “palestina” pelos cristãos

Um dos primeiros usos do termo “Palestina” é encontrado nos trabalhos de Eusébio, o historiador da Igreja, que vivia em Cesaréia. Ele escreveu em torno do ano 300 d.C., uma vez que a perseguição romana aos cristãos estava terminando e o imperador Constantino começava a aceitar o cristianismo como legal. Eusébio não aceitou a designação Aelia Capitolina que Adriano deu a Jerusalém, mas usou o termo “Palestina”. O próprio Eusébio considerava ser um dos bispos da Palestina. Assim, o nome anti-Israel e anticristão de “Palestina” foi assimilado ao vocabulário da Igreja à medida que o Império Bizantino ia sendo estabelecido.
Desde aquela época, a Igreja tem usado amplamente o termo “Palestina” na literatura e nos mapas para se referir à Terra de Israel. Não obstante, deve-se observar que as Cruzadas chamavam sua terra de Reino de Jerusalém. Entretanto, quando os britânicos receberam o mandato, depois da Primeira Guerra Mundial, eles chamavam os dois lados do rio Jordão de Palestina. Esse se tornou um termo geopolítico aceito por várias décadas, e aqueles que viviam naquela terra eram chamados de palestinos, sendo eles judeus, árabes ou europeus.
Nunca houve uma Palestina na época de Jesus. Esta é uma grave identificação incorreta. Seria algo como olhar um moderno mapa do estado do Texas com o título “O México no Século XX”.
 
 Até mesmo cristãos evangélicos que crêem no futuro de Israel têm usado o termo “Palestina”. No final de muitas bíblias há mapas intitulados “A Palestina no Tempo de Jesus”. Nunca houve uma Palestina na época de Jesus. Esta é uma grave identificação incorreta. Seria algo como olhar um moderno mapa do estado do Texas com o título “O México no Século XX”.
Parece que os cristãos que crêem na Bíblia, seja consciente ou inadvertidamente, têm seguido o mundo, os pagãos e os que odeiam Israel ao chamarem Israel pelo nome anti-Israel de “Palestina”. Esse nome é encontrado em muitos mapas bíblicos, em comentários bíblicos e em livros-texto.

A designação adequada da terra

O uso do termo “Palestina” foi inadequado biblicamente e errado em toda a era da Igreja. Contudo, é mais do que apenas errado, é devastador quando, em nossos dias, o termo “Palestina” é a pedra de esquina da guerra da propaganda política contra Israel e contra o povo judeu. Será que queremos usar termos inventados por aqueles que odeiam a Cristo, a Bíblia e Israel? Será que queremos utilizar termos usados pelos inimigos de Israel que desejam realizar nada menos do que a destruição do povo judeu? Acho que não!
Os cristãos deveriam usar a terminologia da Bíblia sempre que possível. Por que não voltamos aos termos usados no Novo Testamento? Os escritores dos Evangelhos usaram o termo “Israel” para se referirem à Terra Santa. Por que deveríamos usar qualquer outro termo quando nos referimos à Terra Santa, especialmente agora que os judeus estão de volta a ela e se restabeleceram como a nação de Israel dentre a família das nações?
À medida que nos aproximamos da Segunda Vinda de Cristo, devemos entender que a fúria de Satanás contra a Igreja e contra Israel irá crescer exponencialmente. Satanás odeia o Evangelho do Messias crucificado e ressurreto, e odeia a realidade da restauração de Israel como nação que finalmente receberá Jesus como Messias em Seu retorno, e a nação que será o quartel-general terreno de Cristo. O único termo que devemos usar para a Terra Santa é Israel, ou suas subdivisões: Judéia, Samaria e Galiléia. Deveríamos empreender todos os esforços para remover o termo “Palestina” de nossos mapas bíblicos e de nossos livros-texto, e usar apenas termos bíblicos com referência à Terra Santa de Israel. (Thomas S. McCall, Th.D. - Pre-Trib Research Center - http://www.beth-shalom.com.br)

segunda-feira, 4 de abril de 2011